Faltas, justificações e o limite dos 25%
Como uma falta é justificada, quem o faz, e a partir de que percentagem o aluno entra em risco de exclusão.
Uma falta injustificada e uma falta justificada contam de maneiras diferentes. Este artigo explica a diferença, quem pode justificar, e onde o sistema avisa.
Os limites
15% de faltas numa disciplina, no trimestre — aviso preventivo ao encarregado de educação.
25% de faltas injustificadas — limite de exclusão.
A percentagem é calculada por disciplina e por trimestre, sobre as aulas que tiveram registo de presença. Um aluno pode estar tranquilo a Matemática e em risco a História.
Faltas justificadas não contam para o limite. É essa a razão de existir a justificação.
Quem justifica
O encarregado de educação submete o pedido a partir do seu portal, com o motivo e, quando existe, o documento digitalizado — uma declaração médica, por exemplo. É a única escrita que o perfil de encarregado faz no sistema.
A escola recebe o pedido e decide: aceitar ou recusar. Enquanto estiver pendente, a falta continua a contar como injustificada.
Se a percentagem parecer errada
O denominador são as aulas com registo, não as aulas do calendário. Uma aula que ninguém marcou não entra na conta — nem a favor nem contra o aluno. Se uma turma tem percentagens estranhamente baixas, o mais provável é haver aulas por marcar, e não faltas por lançar.
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